Ele era homosexual mas não tinha coragem de se assumir como tal. Por isso, vai a um psicólogo pensando que este lhe poderia mudar a orientação sexual. Após escutar o desejo do paciente em obter ajuda para se tornar heterosexual, o psicólogo diz: “Pelo que vejo, essa é a sua orientação. Mas por que é que o senhor simplesmente não se assume e procura ser feliz? Estamos no Terceiro Milénio e esse preconceito é estúpido!”. O jovem explica: “Sabe, eu sou assim por causa de um trauma de infância!”. O profissional comenta: “É pouco provável que um trauma influencie a sua preferência sexual…”. Mas o jovem insiste: “Mas fui forçado a isso! Eu tinha uns doze ou treze anos, estava a brincar no jardim lá de casa, quando o meu primo veio por trás, agarrou-me e abusou de mim ali mesmo! Foi um horror!”. O médico interrompe: “Desculpe, mas continuo a achar que você se está a tentar enganar a si mesmo. Aos 13 anos a escolha sexual já está praticamente definida. Por que você não tentou simplesmente correr?”. O paciente responde: “Tentar eu até tentei, mas de salto alto e saia justa não consegui muita velocidade…”.
Não há problema em ser homossexual
